O LAR MAIOR DAS FAMÍLIAS CRISTÃS

“Finalmente, sede todos de igual ânimo, compadecidos, fraternalmente amigos, misericordiosos, humildes, não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo, pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção por herança.” 1 Pedro 3:8-9

Relações respeitosas e amistosas entre pessoas do mesmo grupo não são tão comuns e naturais como deveriam ser, sobretudo no ambiente cristão. O pior exemplo de que temos notícia é o péssimo relacionamento entre os membros da igreja de Corinto. Lá havia mais do que brigas entre os irmãos; havia partidos entre eles – “Eu sou de Paulo”, “Eu sou de Apolo”, “Eu sou de Pedro”, “Eu sou de Cristo” (1Co 1.10-12). Até mesmo entre Paulo e Barnabé houve um desentendimento tão grande que os dois se separaram depois de terem servido juntos ao Senhor por vários anos (At 15.39). Certa vez, dez dos doze apóstolos ficaram tão zangados com Tiago e João que Jesus interviu (Mt 20.24). Idealmente, a igreja seria o segundo lar, o lar maior das famílias cristãs. Na família da fé há diversidade de gênero (homens e mulheres), de idade (crianças, adolescentes, jovens, adultos e pessoas de idade avançada), de raças (brancos, negros, amarelos, pardos etc.), de instrução (há pessoas com pouca instrução e com muita instrução), de nível econômico (há ricos e pobres). Essas diferenças mais edificam e enriquecem do que dificultam. O fato de todos serem pecadores perdoados pelo mesmo sangue, de todos serem seres humanos fragilizados e necessitados, de todos serem peregrinos e forasteiros, de terem o mesmo Pastor e a mesma esperança – tudo isso aproxima uns dos outros e torna a convivência extremamente agradável e edificante. Os laços que os unem são às vezes mais fortes que os laços de parentesco. Todavia, alguma providência precisa ser tomada para evitar atritos e divisões no corpo da Igreja. E é isso o que Pedro ensina na sua carta. Ele receita cinco procedimentos que preveniriam qualquer dificuldade de relacionamento: os crentes devem ser agradáveis, simpáticos, amáveis, compreensivos e humildes uns com os outros (o rico com o pobre, o pobre com o rico etc.). Além dessas virtudes, os crentes da Ásia Menor deveriam jogar no lixo o hábito mundano da vingança pessoal.

(Elben M. Lenz César, Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato)

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